Coamo Agroindustrial Cooperativa | Edição 571 | Agosto de 2026 | Campo Mourão - Paraná

CREDICOAMO

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Uma história que atravessa gerações

Há quase três décadas, a relação da família Reis com a Credicoamo começou com o associado Pedro. Hoje, chega à terceira geração, acompanhando diferentes momentos e escolhas da família

Família Reis reunida em frente à casa da propriedade, em Palmas (PR)

Há histórias que começam com uma decisão e, com o passar dos anos, tornam-se parte da própria família. A da família Reis, de Palmas (PR), é assim. Pedro Flavio Reis é sócio da Coamo desde 9 de abril de 1985 e um dos primeiros cooperados da unidade de Palmas. A relação com a cooperativa também se estendeu à família, que possui diferentes ramificações entre primos, irmãos e filhos. Casado com Nelci Reis, Pedro tem três filhos, que também ingressaram na Coamo e na Credicoamo.

Na Credicoamo, sua história começou em 1996, na agência de Mangueirinha. Agropecuarista por muitos anos, esteve à frente das propriedades da família, onde produzia soja e milho e, no inverno, realizava o plantio de aveia para pastejo do gado. Ao longo dessa trajetória, a Credicoamo tornou-se seu braço financeiro para as operações de custeio, investimentos e outras necessidades da atividade. "A Credicoamo, desde a sua fundação, sempre trouxe e traz segurança e solidez para a atividade do homem do campo", destaca o associado Pedro Reis.

Quando a história passa para a próxima geração

Em 2003, foi a vez do filho, João Francisco Tavares Reis, iniciar sua trajetória como associado. Na época, aos 16 anos, a necessidade estava relacionada à movimentação financeira e às operações de custeio e investimento. "Eu comecei quando tinha 16 anos. Precisava mexer com os valores, financiamento, tudo", conta João. A partir dali a relação com a Credicoamo ganhou uma nova geração, sem perder a conexão construída pelo pai.

Família Reis reunida na sala da propriedade
Pedro Reis no alambique da propriedade

Uma nova relação com o dinheiro

Se, para Pedro e João, a relação com a Credicoamo começou principalmente ligada à atividade agrícola, a terceira geração chegou com uma perspectiva diferente. Aos 14 anos, Ceu Lima Reis ingressou no Futuro Coop, programa que aproxima os jovens do cooperativismo e amplia o contato com temas relacionados à educação financeira, investimentos e planejamento.

A escolha de Ceu também partiu de uma intenção bastante clara: começar a administrar o próprio dinheiro e conhecer as possibilidades de investimento. "Eu queria uma conta, para poder administrar meu dinheiro e investir também", conta.

A mãe, Débora Raquel Mergen Lima Reis, também associada, acompanhou a filha nesse primeiro contato com as possibilidades de investimento oferecidas pela cooperativa. "Eu levei ela lá para saber quais as possibilidades de investimento ela podia fazer. Tiraram um tempo, explicaram como funcionava, qual o percentual de rendimento, tudo certinho", relata Débora.

A experiência mostra como as necessidades financeiras também mudam de uma geração para outra. O que começou com o apoio à atividade agrícola, hoje também envolve educação financeira, planejamento e investimentos.

O Futuro Coop e uma nova geração de associados

É nesse ponto que a história da família Reis ganha um novo capítulo. Ceu chega à Credicoamo como a terceira geração da família a se relacionar com a cooperativa, por meio do programa Futuro Coop. Neste ela começa a conhecer mais sobre a sua cooperativa de crédito, educação financeira, sobre investimentos e o próprio cooperativismo.

A proposta é aproximar os jovens da cooperativa e prepará-los para compreender melhor as decisões relacionadas ao dinheiro e, futuramente, no processo da sucessão familiar. No caso dos Reis, essa aproximação acontece dentro de uma história que já dura décadas.

Pedro iniciou sua relação com a Credicoamo a partir das necessidades da atividade rural. João deu continuidade a esse relacionamento. Agora, Ceu começa a construir sua própria experiência, com novos interesses e novas possibilidades. A relação permanece, mas as necessidades se transformam. E a cooperativa acompanha cada geração.

Pedro Reis entrega lembrança ao gerente da agência de Palmas, Tiago de Souza Lorena Polese
Pedro Reis alimentando um lhama na propriedade
João, Ceu e Pedro Reis caminhando de mãos dadas pela propriedade

Uma relação construída no tempo

Para o gerente da agência de Palmas, Tiago de Souza Lorena Polese, acompanhar essa trajetória é também fazer parte de uma relação construída ao longo dos anos. "A família Reis tem uma grande representatividade para a Credicoamo. Ao longo dos anos, construímos uma relação de confiança e proximidade e nós, da Credicoamo, também nos sentimos parte dessa família. O que mais nos chama a atenção nessa história é justamente essa continuidade: ver os laços com a cooperativa sendo fortalecidos e passados de uma geração para outra."

Mais do que acompanhar diferentes necessidades, a história dos Reis mostra como uma relação construída ao longo do tempo pode ganhar novos significados.

Para Pedro, a Credicoamo esteve presente nas necessidades da atividade agrícola. João deu sequência a essa relação. E Ceu começa a descobrir novas possibilidades dentro da cooperativa. É justamente essa continuidade que representa um dos pilares do relacionamento cooperativista: estar próximo, conhecer as necessidades do associado e oferecer soluções que façam sentido em cada momento da sua vida.

Quando o associado se reconhece como parte

"Uma história como a da família Reis mostra a força do nosso modelo. O associado é dono da cooperativa e, quando ele permanece ao longo das gerações, existe um sentimento de pertencimento que vai muito além de uma relação financeira. É uma relação construída com confiança, proximidade e solidez. A Credicoamo está presente nos diferentes momentos da vida do associado, oferecendo soluções de acordo com aquilo que ele precisa", destaca o presidente executivo da Credicoamo, Alcir José Goldoni.

Um relacionamento que continua fazendo sentido

A história da família Reis mostra que uma relação sólida não precisa permanecer igual para continuar forte. As necessidades mudaram. Pedro buscou apoio para a atividade agrícola. João deu continuidade à relação com a cooperativa. Ceu chega com o olhar voltado para a educação financeira e os investimentos.

Três gerações, diferentes momentos e uma mesma relação de confiança. "Nosso propósito é ser a melhor opção para oferecer soluções financeiras ao associado e agregar renda a ele. Quando uma família escolhe permanecer conosco por tantos anos e traz as novas gerações para perto, vemos que esse relacionamento foi construído de forma verdadeira. É o cooperativismo acontecendo na prática: o associado fazendo parte, sendo dono e encontrando na sua cooperativa uma instituição sólida e próxima para diferentes momentos da sua vida", ressalta o presidente Alcir.

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