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O Retrato da Safra
Resultados no campo evidenciam contrastes regionais, com impacto das condições climáticas e respostas distintas das lavouras ao longo do ciclo produtivo
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Cooperado, Claudio Spartaco Beretta, de Sidrolândia (MS)
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Nas lavouras, o som das colheitadeiras marca o encerramento de um ciclo que começou meses antes, ainda no planejamento das áreas, na escolha das sementes e na preparação do solo. A colheita da safra de verão mobiliza cooperados da Coamo em diferentes regiões e representa o momento em que todo o trabalho realizado ao longo do ciclo produtivo se transforma em resultado no campo. A retirada da soja e do milho revela números que refletem a combinação entre manejo, tecnologia, assistência técnica e condições climáticas.
Em algumas regiões, o clima favoreceu o desenvolvimento das culturas e permitiu produtividades elevadas. Em outras, períodos de estiagem e temperaturas mais altas limitaram o potencial das lavouras. Mesmo assim, o período de colheita mantém o ritmo intenso nas áreas agrícolas e marca o início de uma nova etapa do sistema produtivo, com o plantio das culturas de segunda safra.
Em São Domingos, no Oeste de Santa Catarina, o cooperado Volmir Luiz Fornari Marin, comenta que os resultados foram marcados por variações climáticas durante o desenvolvimento das lavouras. Segundo ele, as primeiras semanas após o plantio registraram temperaturas mais baixas, situação que interferiu no ritmo inicial de crescimento das plantas. Com o avanço do ciclo, no entanto, as condições climáticas se tornaram mais favoráveis, permitindo que a cultura retomasse o desenvolvimento. "Com a melhora do clima, as plantas voltaram a crescer bem e conseguiram expressar o potencial produtivo”, relata.
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Marin destaca que o resultado da safra está ligado ao conjunto de práticas adotadas no manejo da propriedade. O acompanhamento constante das áreas e a adoção de tecnologias voltadas ao manejo do solo fazem parte da estratégia utilizada pela família. Entre essas ferramentas está o uso de agricultura de precisão, com análises periódicas de solo. "As análises mostram onde precisamos corrigir. Isso ajuda a utilizar melhor os insumos e manter a produtividade das áreas ao longo do tempo", explica.
O acompanhamento da safra envolve a participação da nova geração da família. Renato Marin, filho de seu Volmir, observa que os resultados registrados neste ciclo se destacam em relação aos anos anteriores. Em algumas áreas da propriedade, a produtividade média ultrapassou 90 sacas por hectare. Para ele, o resultado é consequência de um processo constante de avaliação das práticas adotadas na lavoura. “A gente sempre procura aprender com cada safra. Avaliamos o que funcionou, o que pode melhorar e fazemos os ajustes para o próximo ciclo.”
Renato também destaca a importância do acompanhamento técnico realizado pela equipe da cooperativa. Segundo ele, a troca de informações com os agrônomos contribui para orientar decisões relacionadas ao manejo da lavoura.
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Renato com o pai Volmir Fornari Marin, cooperados em São Domingos (SC)
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O engenheiro agrônomo, Mário Mezzari, da Coamo em São Domingos, ressalta que o comportamento do clima influenciou o desenvolvimento das lavouras da região. “O início do plantio ocorreu em um período com volumes elevados de chuva, principalmente durante o mês de outubro. Em algumas áreas, a implantação das lavouras ocorreu em condições de alta umidade e menor incidência de radiação solar, fatores que retardaram o crescimento inicial das plantas. O excesso de umidade também favoreceu o aparecimento de doenças em determinados talhões.”
Mesmo assim, lavouras com histórico consistente de manejo apresentaram comportamento mais estável ao longo do ciclo produtivo. “Áreas com boa fertilidade e estrutura de solo conseguem responder melhor às variações do clima”, explica o agrônomo.
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Engenheiro agrônomo, Mário Mezzari, com os cooperados Renato e Volmir Marin
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ALÉM DA SOJA, o milho de verão ocupa espaço importante nas propriedades e faz parte da organização do sistema produtivo dos cooperados. Em Ouro Verde, também no Oeste de Santa Catarina, o cooperado Alsir Antonio Bareta revela que na propriedade da família, o cereal teve um bom resultado. Para ele, os números registrados colocam a safra atual entre as mais produtivas dos últimos anos. “Se analisarmos o histórico das safras, esta é mais uma que ficará marcada pela produtividade. O milho apresentou um desempenho muito bom”, afirma.
Segundo o cooperado, o resultado está relacionado a uma combinação de fatores que envolve tanto as condições climáticas quanto o manejo adotado ao longo do tempo. Ele recorda que o início do ciclo foi marcado por temperaturas mais baixas e com mais umidade, especialmente durante o mês de outubro. “Com o aumento das temperaturas nas semanas seguintes, as plantas retomaram o desenvolvimento e avançaram no ciclo produtivo”, frisa.
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Para o cooperado, o desempenho das lavouras reflete um trabalho construído ao longo de décadas na propriedade. A área cultivada integra um sistema produtivo conduzido pela família há cerca de 38 anos. Nesse período, práticas como conservação do solo, rotação de culturas e uso de plantas de cobertura passaram a fazer parte da rotina da propriedade.
A rotação de culturas, segundo Bareta, é um dos pilares desse sistema. A área agrícola é dividida em três partes, permitindo alternar as culturas ao longo dos anos e retornar com o milho ao mesmo local a cada dois anos. “O primeiro mandamento para mim é a rotação de culturas. Dividimos a área e organizamos o plantio para manter o equilíbrio”, pondera.
Ainda de acordo com ele, a alternância entre culturas contribui para reduzir a pressão de pragas, doenças e plantas daninhas, além de melhorar as condições físicas do solo. "Culturas diferentes apresentam sistemas radiculares distintos, o que favorece a formação de porosidade no solo e melhora a infiltração de água. Esse processo cria um ambiente mais adequado para o desenvolvimento das plantas cultivadas na sequência."
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Alsir Antonio Bareta, cooperado em Ouro Verde (SC)
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Alsir Bareta com a engenheira agrônoma, Caroline Pontes de Souza, da Coamo em Ouro Verde (SC)
A engenheira agrônoma, Caroline Pontes de Souza, da Coamo em Ouro Verde, reitera que o início da safra foi marcado por temperaturas mais baixas entre setembro e outubro. Com o avanço do ciclo e a elevação das temperaturas, as lavouras evoluíram dentro do esperado. Em dezembro, algumas localidades registraram períodos de estiagem, o que exigiu atenção dos produtores. Segundo a agrônoma, áreas com histórico de rotação de culturas tendem a apresentar mais estabilidade de produtividade. “A rotação contribui para melhorar a estrutura do solo e redução de pragas e doenças.”
EM HONÓRIO SERPA, no Sudoeste do Paraná, o cooperado Gilmar Luiz Fiorentin, conta que o trabalho no campo começou meses antes do plantio, com a preparação das áreas e a implantação de cobertura vegetal. Conforme o produtor, essa etapa inicial é considerada fundamental para manter a estrutura do solo e criar condições adequadas para o desenvolvimento das culturas implantadas ao longo do ciclo agrícola. O preparo das áreas envolve o planejamento do manejo, a avaliação das condições do solo e a definição das práticas que serão adotadas durante a safra. “Com a chegada da janela de plantio, iniciamos a implantação da soja e passamos a acompanhar o comportamento das lavouras ao longo das diferentes fases do desenvolvimento da cultura.”
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Ele recorda que durante o período inicial de crescimento das plantas, parte da área foi atingida por uma chuva de granizo. Apesar do impacto inicial, Fiorentin relata que o acompanhamento técnico e os manejos realizados permitiram a recuperação das áreas atingidas. “Depois do granizo fizemos os tratamentos necessários e seguimos monitorando a lavoura para avaliar a recuperação das plantas”, relata.
Ao longo do ciclo, a propriedade também enfrentou períodos de irregularidade na distribuição das chuvas. Em algumas áreas houve intervalos mais prolongados sem precipitação. “Mesmo diante dessas variações climáticas, determinados talhões apresentaram desenvolvimento considerado estável ao longo do ciclo produtivo. Em alguns talhões da propriedade, a produtividade registrada ultrapassa 83 sacas por hectare.”
Para Fiorentin, o desempenho das lavouras está relacionado a decisões tomadas ao longo de todo o ciclo produtivo. Entre essas decisões estão ajustes no manejo da fertilidade do solo, investimentos em adubação e reforço nas estratégias de manejo fitossanitário. Nesta safra, segundo ele, foi realizado mais investimento na adubação das áreas cultivadas e ampliado o monitoramento das lavouras para identificar precocemente possíveis problemas relacionados a doenças. "O desafio é sempre buscar mais produtividade. A gente analisa cada safra e tenta melhorar os resultados”, afirma.
O engenheiro agrônomo Roberto Luiz Ely, da Coamo em Honório Serpa, comenta que o início do plantio da soja ocorreu em um período com chuvas frequentes, condição que acabou prolongando o calendário de implantação das lavouras em algumas propriedades. Durante o ciclo produtivo, a região também registrou intervalos prolongados sem chuva em determinados momentos da safra. “Mesmo com essas variações de clima, as produtividades registradas nas propriedades têm se mantido dentro de níveis considerados positivos.”
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Família Fiorentin, de Honório Serpa (PR): Marcio e o filho Murilo, Gilmar com a esposa Irene e a filha Bianka e Marcelo com o filho Felipe
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Segundo ele, o investimento contínuo realizado pelos cooperados na construção da fertilidade e da estrutura do solo contribuiu para que as lavouras consigam enfrentar melhor situações de estresse climático. “Solos bem manejados apresentam mais capacidade de retenção de água e favorecem o desenvolvimento das raízes”, explica.
NA REGIÃO OESTE DO PARANÁ, a produtividade da soja surpreendeu e reforça a importância do manejo no campo, com índices de produtividade acima do esperado em diversas áreas. O cooperado Ademir Maltauro, de São Pedro do Iguaçu, destaca o bom desempenho da lavoura, mesmo em talhões que inicialmente apresentavam dificuldades.
Segundo ele, as áreas que chegaram a preocupar no início do ciclo, devido ao excesso de chuvas e ao desenvolvimento irregular das plantas, acabaram reagindo de forma positiva ao longo da safra. “Teve área que eu até acionei o seguro, de tão feia que estava no começo, mas depois surpreendeu, passando de 91 sacas por hectare”, afirma.
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Marcelo, Gilmar e Marcio com o engenheiro agrônomo Roberto Luiz Ely, da Coamo em Honório Serpa (PR)
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No geral, a média da propriedade em duas áreas com 75 hectares ficou em 80 sacas por hectare, um resultado considerado expressivo e acima das expectativas iniciais. “Já em outras áreas mais favoráveis, a produção passou de 91 sacas por hectare, algo que nunca tinha colhido. Só não foi maior porque faltou chuva no final do desenvolvimento das plantas, pois a última ocorreu dia 10 de janeiro”, comemora.
O bom desempenho é atribuído a uma combinação de fatores. De um lado o clima, que apesar de atípico e com períodos de chuva intensa na região, contribuiu positivamente ao longo do ciclo da soja. Além das condições climáticas, Maltauro destaca como fundamental o trabalho da assistência técnica e o planejamento agrícola. “O apoio recebido, aliado ao uso de sementes de qualidade, adubação adequada e aplicação de tecnologias como agricultura de precisão, foram determinantes para os resultados alcançados”, destaca.
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O uso da tecnologia e as boas práticas de manejo ao longo do ciclo colaboraram para o aumento das produtividades nas lavouras do produtor no Oeste do Paraná. “O manejo correto durante a safra também foi decisivo. Com destaque para o plantio realizado na época adequada, a correção e preparo do solo, o controle eficiente de plantas daninhas e pragas, e aplicação de fungicidas no momento correto, com uso de produtos protetivos”, informa o engenheiro agrônomo Giovani Sérgio Romani, da Coamo em São Pedro do Iguaçu.
Outro fator enfatizado pelo técnico foi a qualidade das aplicações. Realizar pulverizações em condições climáticas ideais, evitando vento excessivo e horários inadequados, garantiu mais eficiência dos produtos utilizados. "Não adianta ter um bom produto e aplicar errado. A qualidade da aplicação faz toda a diferença no resultado", ressalta.
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Cooperado Ademir Maltauro com o engenheiro agrônomo, Giovani Sérgio Romani, da Coamo em São Pedro do Iguaçu (PR)
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DO SUL DO PAÍS para o Centro-Oeste, o avanço da colheita da soja revela cenários distintos de clima e desempenho produtivo. No município de Sidrolândia, Centro-Norte do Mato Grosso do Sul, na propriedade do cooperado Claudio Spartaco Beretta, as colheitadeiras avançam sobre os talhões enquanto ele observa os resultados de mais um ciclo agrícola. Ele lembra que o ciclo foi marcado por resultados considerados os mais baixos já registrados na propriedade. As primeiras áreas apresentaram produtividade média próxima de 50 sacas por hectare. Esse resultado supera a média registrada na safra anterior, quando a produtividade final da propriedade ficou em torno de 43 sacas por hectare.
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De acordo com o cooperado, a irregularidade das chuvas durante o mês de janeiro foi o principal fator que limitou o desempenho das lavouras. Esse período coincidiu com a fase de enchimento de grãos da soja, etapa considerada decisiva para a definição da produtividade. “Além da redução no volume de precipitações, as lavouras também enfrentaram temperaturas elevadas, condição que intensificou os efeitos do déficit hídrico sobre as plantas.” Outro aspecto observado por Beretta está relacionado ao comportamento das diferentes cultivares utilizadas na propriedade. “Algumas variedades apresentaram menos adaptação às condições climáticas registradas nesta safra”, frisa.
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Cooperado, Claudio Spartaco Beretta, de Sidrolândia (MS) com o engenheiro agrônomo, Bruno Henrique Souza
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Apesar dessas limitações nas áreas de sequeiro, a propriedade também possui uma área equipada com sistema de irrigação por pivô central. Embora represente parcela menor da área total cultivada, esse sistema permitiu observar diferenças importantes no desempenho das lavouras. Na área irrigada foram cultivadas duas variedades de soja, que apresentaram produtividades superiores às registradas nas áreas dependentes exclusivamente da chuva. Os resultados obtidos nessas áreas ficaram entre 89 e 94 sacas por hectare. “A irrigação demonstra potencial para reduzir os impactos das variações climáticas sobre a produção agrícola. Porém, a ampliação desse sistema exige planejamento e investimentos graduais ao longo do tempo.”
O acompanhamento das lavouras da região também é realizado pela equipe técnica da Coamo. O engenheiro agrônomo, Bruno Henrique Souza, da Coamo em Sidrolândia, explica que o ciclo da cultura foi marcado por condições climáticas distintas em diferentes fases do desenvolvimento da soja. Segundo ele, o início do plantio ocorreu em condições consideradas favoráveis na maior parte da região, permitindo que as lavouras fossem implantadas com umidade adequada no solo. Em algumas áreas, no entanto, houve atraso devido à irregularidade das chuvas. “Durante a fase vegetativa da cultura, as lavouras receberam volumes de chuva considerados adequados, o que permitiu bom desenvolvimento das plantas e formação de estrutura vegetativa satisfatória. Esse período contribuiu para estabelecer o potencial produtivo das lavouras.”
As dificuldades surgiram posteriormente, principalmente durante o mês de janeiro, quando a região enfrentou um período de estiagem associado a temperaturas elevadas. De acordo com Souza, o intervalo sem chuva variou entre 15 e 25 dias em diferentes áreas do município. “A combinação entre déficit hídrico e temperaturas elevadas afetou o desempenho de parte das lavouras, reduzindo o potencial produtivo em determinadas áreas”, frisa. Mesmo com essas dificuldades, o agrônomo avalia que os resultados da safra atual apresentam desempenho superior ao registrado no ciclo anterior em diversas propriedades da região. “A variação de produtividade entre as áreas reflete as diferenças de manejo, de época de plantio e de distribuição das chuvas durante o desenvolvimento das lavouras”, acrescenta.
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Cooperado, Neri Irineo Scherer Kliemann, e o engenheiro agrônomo, Marcelo Fortunato Pereira, da Coamo em São Gabriel do Oeste (MS)
As primeiras áreas colhidas foram as que mais sentiram os efeitos da estiagem registrada no período de enchimento de grãos. “Nessas lavouras, as produtividades iniciais variaram entre 35 e 50 sacas por hectare. Nas áreas implantadas posteriormente, os resultados foram superiores. Em algumas propriedades, fecharam entre 60 e 70 sacas por hectare.”
EM SÃO GABRIEL DO OESTE, Norte do Mato Grosso do Sul, os cooperados acompanham os resultados de uma safra marcada por irregularidade na distribuição das chuvas ao longo do ciclo da cultura. Na propriedade do cooperado Neri Irineo Scherer Kliemann, o plantio da soja iniciou no dia 15 de outubro e foi concluído no começo de novembro. Segundo Kliemann, as primeiras áreas foram implantadas após o registro de cerca de 30 milímetros de precipitação, volume considerado suficiente para garantir a germinação das sementes. Nos dias seguintes, o plantio avançou com precipitações menores, variando entre cinco e 15 milímetros. “Mesmo com esse cenário, as lavouras apresentaram emergência considerada uniforme e não houve necessidade de replantio nas áreas cultivadas. Ao longo do ciclo, porém, a irregularidade das chuvas voltou a influenciar o desenvolvimento da cultura.”
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Neri Irineo Scherer Kliemann, em São Gabriel do Oeste (MS)
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Segundo o cooperado, a falta de precipitação coincidiu com fases importantes do desenvolvimento da soja, especialmente durante o período de formação e enchimento de grãos. Essa condição acabou reduzindo o potencial produtivo das lavouras. Em áreas onde na safra anterior foram colhidas produtividades próximas de 86 sacas por hectare, o resultado atual ficou em torno de 61 sacas. Em outros talhões da propriedade, as produtividades registradas variaram entre 50 e 68 sacas por hectare. Além da redução no volume de chuvas, o produtor também aponta o registro de temperaturas elevadas como fator que contribuiu para o estresse das plantas. “O calor foi muito forte em alguns períodos. Quando falta água e as temperaturas estão altas, a planta sente mais.”
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Kliemann observa que cada safra traz aprendizados importantes para o manejo das lavouras. Entre os pontos analisados para os próximos ciclos está a possibilidade de antecipar determinadas práticas de manejo, como aplicações iniciais de fungicidas em estágios mais precoces da cultura. Outro aspecto avaliado envolve a definição da época de plantio. “Cada safra apresenta condições diferentes e as decisões relacionadas ao calendário agrícola dependem de diversos fatores. Os custos de produção vêm aumentando, especialmente no que se refere aos preços de fertilizantes e outros insumos utilizados no manejo das lavouras. A gente espera que o preço do grão acompanhe esse movimento”, afirma.
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