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cooperativismo
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Crescer
juntos
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Na Coamo e Credicoamo, o cooperativismo reúne pessoas, compartilha oportunidades e contribui para o
desenvolvimento das propriedades, das famílias e das comunidades há mais de cinco décadas
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Há 55 anos, o cooperativismo faz parte da história de milhares de famílias ligadas à Coamo. Um modelo
de organização econômica que se consolidou como um sistema baseado na união de pessoas, na
participação coletiva e na construção de oportunidades para quem vive e trabalha no campo. Presente em
81 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a cooperativa reúne mais de 33 mil
cooperados e mais de 11 mil funcionários, formando uma rede que alcança mais de 150 mil pessoas entre
associados, colaboradores e familiares. Um movimento que contribui para o desenvolvimento das
propriedades rurais, das comunidades e das regiões onde a Coamo atua.
Celebrado no primeiro sábado de julho, o Dia Internacional do Cooperativismo reforça a importância de
um sistema que coloca as pessoas no centro das decisões e dos resultados. Na Coamo, esse princípio está
presente desde a fundação, em 1970, e acompanha cada etapa da trajetória da cooperativa. Ao longo das
décadas, o cooperativismo permitiu ampliar o acesso à assistência técnica, armazenagem,
industrialização, comercialização, capacitação e novas tecnologias, criando condições para que
produtores rurais desenvolvessem as atividades com planejamento e visão de longo prazo.
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Esse sistema também se fortalece por meio da Credicoamo, cooperativa de crédito fundada em 1989 para
atender exclusivamente os associados da Coamo. Com soluções financeiras voltadas às necessidades do
agronegócio, a Credicoamo complementa o sistema, oferecendo alternativas para investimentos, custeio da
produção, proteção patrimonial e gestão financeira das propriedades rurais.
O cooperativismo é construído pelas pessoas que participam diariamente desse modelo. São histórias de
famílias que encontraram na cooperação um caminho para produzir, investir, enfrentar desafios e
planejar o futuro. Histórias que ajudam a explicar por que o cooperativismo permanece como o principal
pilar de sustentação da Coamo e um dos responsáveis pelo desenvolvimento de gerações de cooperados ao
longo de mais de cinco décadas.
AIRTON LABIGALINI DA COL, de Tupãssi, no Oeste do Paraná, ressalta que o
cooperativismo está diretamente ligado à segurança no campo. Associado à Coamo há mais de 30 anos, ele
acompanha as transformações da agricultura e atribui parte dessa evolução ao suporte oferecido pela
cooperativa ao longo das últimas décadas.
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Para o cooperado Airton Labigalini Da Col, de Tupãssi (PR), o cooperativismo está diretamente ligado à
segurança no campo
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Airton
com a esposa Sônia: participação da família fortalece o cooperativismo
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Airton
com o irmão Pedro e o engenheiro agrônomo, Marcelo Fanhani
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Segundo Da Col, a parceria construída com a Coamo vai além da comercialização da produção. Ele destaca
a assistência técnica, as orientações sobre manejo e negociação e a estrutura oferecida como fatores
que contribuíram para o desenvolvimento da propriedade e da família. "A cooperativa ensinou muito para
nós. Tanto na maneira de plantar como na forma de negociar. Hoje temos palestras, reuniões e orientação
técnica que ajudam na tomada de decisões", afirma.
Entre os aspectos mais valorizados pelo cooperado está a confiança para armazenar e comercializar a
produção. Para ele, a segurança de contar com estrutura para recebimento dos grãos e apoio durante
todas as etapas da atividade agrícola permite mais tranquilidade no planejamento da propriedade. "A
gente entrega a produção e sabe que está bem armazenada. Depois podemos comercializar no momento que
entendemos ser o melhor. Isso traz segurança", destaca.
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Ao lembrar a trajetória construída ao lado da cooperativa, Da Col observa que o crescimento da
propriedade ocorreu juntamente com o desenvolvimento da Coamo. Segundo ele, o cooperativismo contribuiu
para melhorar a renda familiar, ampliar o conhecimento sobre a atividade agrícola e criar condições
para que os filhos acompanhassem esse processo. "A cooperativa cresceu e nós crescemos juntos. Deu
suporte para que pudéssemos evoluir e construir nossa história no campo", ressalta.
Outro ponto destacado pelo cooperado é a valorização da família dentro do sistema cooperativista. Para
ele, a participação dos familiares em reuniões, palestras e eventos promovidos pela cooperativa
fortalece os vínculos entre os associados e amplia o sentimento de pertencimento. "A família participa
junto. A Coamo sempre valorizou isso e faz com que todos se sintam parte da cooperativa", observa.
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Engenheiro agrônomo, Jackson Emanuel da Silva Arruda, com o cooperado Arno Edson Neiverth, de Vila Nova (PR)
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Essa participação também é ressaltada pela esposa, Sônia Da Col. Com presença constante nos encontros
promovidos pela Coamo, ela considera que as atividades voltadas às famílias proporcionam aprendizado,
integração e troca de experiências. Sônia faz questão de acompanhar o marido nos eventos e destaca que o
trabalho desenvolvido na propriedade envolve toda a família. Segundo ela, mesmo quando não está diretamente
nas atividades da lavoura, participa do dia a dia da produção e acompanha cada etapa das safras. "A colheita
não é apenas de quem está no campo. Toda a família participa de alguma forma, torcendo para que tudo dê certo
e contribuindo no que for necessário", comenta.
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ARNO EDSON NEIVERTH, de Vila Nova, no Oeste do Paraná, encontra no
cooperativismo uma estrutura que reúne assistência técnica, acesso a tecnologias, comercialização e serviços
financeiros. Ele participa do Comitê Educativo e de grupos de assistência técnica promovidos pela
cooperativa, acompanhando de perto as ações voltadas ao desenvolvimento das propriedades rurais.
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Para Neiverth, a confiança construída ao longo dos anos é um dos principais diferenciais do sistema
cooperativista. Segundo ele, a transparência na relação entre cooperados e cooperativa fortalece a
participação dos associados e contribui para a tomada de decisões dentro da propriedade. "O que é
apresentado ao cooperado se transforma em resultado. Isso gera confiança e faz diferença no dia a dia
de quem produz", afirma.
Entre os benefícios oferecidos pela Coamo, ele destaca o acesso às novas tecnologias, a qualidade dos
insumos e sementes e o acompanhamento realizado pela equipe técnica. Segundo o cooperado, a proximidade
com os profissionais da cooperativa permite discutir o desenvolvimento das lavouras e buscar
alternativas para melhorar os resultados da produção. "A assistência técnica está sempre presente. A
gente conversa sobre a lavoura, acompanha as novidades e tem acesso às informações que ajudam no
planejamento da atividade", comenta.
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O cooperado também observa que a participação na cooperativa contribuiu para a evolução da propriedade
e da família. De acordo com ele, o aumento da renda e a melhoria dos resultados da atividade agrícola
possibilitaram investimentos na estrutura da propriedade e na formação dos filhos. "A família ficou
estruturada. Conseguimos investir mais e planejar o futuro com mais tranquilidade", destaca.
A participação familiar também faz parte dessa trajetória. Um dos filhos é cooperado da Coamo e
acompanha as atividades ligadas à propriedade. A esposa participa de reuniões e palestras, contribuindo
para que as informações e orientações recebidas sejam compartilhadas dentro da família. "Um ajuda o
outro. A participação da família fortalece ainda mais essa relação com a cooperativa", ressalta.
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Arno Edson Neiverth encontra no cooperativismo uma estrutura que reúne assistência técnica, acesso a
tecnologias, comercialização e serviços financeiros
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Neiverth destaca ainda a importância da Credicoamo no atendimento às necessidades da propriedade. Segundo
ele, a possibilidade de concentrar as operações financeiras em uma cooperativa de crédito voltada
exclusivamente aos associados da Coamo facilita a gestão dos recursos utilizados na produção agrícola.
Financiamentos, custeios e demais serviços são realizados diretamente pela Credicoamo, o que proporciona
praticidade e proximidade no atendimento.
Para o cooperado, a integração entre as duas cooperativas amplia as oportunidades para os cooperados. "Tudo
o que preciso para a atividade está disponível dentro do sistema cooperativista. Isso traz segurança e
facilita o planejamento da lavoura", afirma.
Ao definir o significado do cooperativismo, Neiverth destaca a atuação conjunta em busca de objetivos
comuns. Para ele, a soma de esforços entre cooperados e cooperativa cria condições para o desenvolvimento das
propriedades e das famílias. "O cooperativismo é a união das pessoas trabalhando por uma finalidade em
comum. É a soma de tudo", resume.
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ADRIANO HECK, de Ouro Verde do Oeste, Oeste do Paraná, acompanha uma
trajetória que une cooperativismo, desenvolvimento da propriedade e sucessão familiar. Ligada à Coamo desde
1996, a família vivenciou as transformações da agricultura nas últimas três décadas. O cooperado destaca a
contribuição da assistência técnica e das tecnologias introduzidas ao longo dos anos para a evolução no
campo. Segundo ele, orientações relacionadas à correção de solo, adubação, manejo das lavouras e implantação
do sistema de plantio direto contribuíram para elevar a produtividade e melhorar os resultados da atividade
agrícola. "A evolução foi muito grande. A assistência técnica sempre esteve presente, orientando e trazendo
alternativas para melhorar a produção", afirma.
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Em Ouro Verde do Oeste (PR), o cooperado Adriano Heck acompanha uma trajetória que une cooperativismo,
desenvolvimento da propriedade e sucessão familiar. Na imagem Adriano com a esposa Maria
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Para Heck, o desenvolvimento da família acompanhou o crescimento da propriedade. Ele observa que o
conhecimento compartilhado pela cooperativa, por meio de treinamentos, cursos e eventos técnicos,
ajudaram a aprimorar o manejo das lavouras e ampliar a capacidade de gestão da atividade rural.
"Muitas vezes a gente aprende no dia a dia, mas os cursos e treinamentos complementam esse
conhecimento e ajudam a tomar decisões melhores", destaca.
A participação da família também faz parte dessa construção. A esposa acompanha atividades promovidas
pela cooperativa e participa de cursos e encontros voltados às famílias cooperadas. Já os filhos
acompanham cada vez mais de perto as atividades da propriedade, fortalecendo o processo de sucessão
familiar. "Quando a família participa, o trabalho fica mais forte. Um ajuda o outro e todos crescem
juntos", ressalta.
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Engenheiro agrônomo, Diego Rodrigo Niedermeyer, com o cooperado Adriano Heck
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Outro aspecto valorizado pelo cooperado é a segurança proporcionada pelo sistema cooperativista. Segundo
ele, a disponibilidade de insumos, a assistência técnica durante o ciclo produtivo e a estrutura para
recebimento e comercialização da produção oferecem condições para que o cooperado possa planejar as
atividades com mais tranquilidade. Além disso, o poder de negociação gerado pela atuação coletiva também
contribui para melhores oportunidades tanto na compra quanto na venda da produção.
Ao falar sobre o significado do cooperativismo, Heck resume o conceito em uma expressão simples: união. Para
ele, o trabalho conjunto permite alcançar objetivos que seriam difíceis de serem conquistados
individualmente. "A união faz a força. É mais gente trabalhando junto para construir um legado melhor",
afirma.
O cooperado também destaca que o sistema cooperativista possibilita que produtores de diferentes portes
tenham acesso às mesmas oportunidades e sejam atendidos de forma igualitária. Para ele, essa é uma das
características que fortalecem a participação dos associados e contribuem para o crescimento coletivo.
"Todo mundo é tratado da mesma forma. Isso faz parte do cooperativismo e ajuda todos a evoluírem juntos",
conclui.
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Entre os resultados do cooperativismo que fazem diferença na vida das famílias, as sobras ocupam um lugar
especial na história do cooperado Rubens Elias Ferreira, de Barbosa Ferraz (PR), que pagou a faculdade da
filha com o benefício. Na imagem o cooperado com a filha Eduarda, esposa Maria e o gerente da Coamo, Eliceu
José Aiolfi
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RUBENS ELIAS FERREIRA, de Barbosa Ferraz (Centro-Oeste do Paraná),
encontrou nas sobras distribuídas pela Coamo uma forma de transformar o retorno do cooperativismo em
investimento na família. Associado há cerca de 35 anos, ele destinou os valores recebidos da
cooperativa para um objetivo definido: custear a graduação da filha em Odontologia.
A relação da família com a Coamo começou ainda na geração anterior. O pai de Rubens esteve entre os
primeiros cooperados da região e, quando deixou a atividade, o filho assumiu a continuidade dessa
história. Desde então, manteve a ligação com a cooperativa, participando das atividades e acompanhando
o desenvolvimento proporcionado pelo cooperativismo ao longo das décadas.
Quando a filha Eduarda decidiu cursar Odontologia, a família estabeleceu um planejamento financeiro
baseado nas sobras distribuídas anualmente pela cooperativa. Durante seis anos consecutivos, todo o
valor recebido pela família foi destinado ao custeio da graduação da filha. O recurso ajudou a pagar
mensalidades, materiais, despesas acadêmicas e a formatura.
Segundo o cooperado, a decisão foi tomada em conjunto pela família e se transformou em um compromisso
mantido ao longo de todo o período de formação. A cada fevereiro, quando as sobras eram distribuídas, o
valor era reservado exclusivamente para esse objetivo. "Nós colocamos isso na cabeça e trabalhamos
para realizar esse sonho. A sobra da Coamo permitiu que a Eduarda estudasse e se formasse", afirma.
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A experiência demonstra na prática um dos princípios do cooperativismo, que é o retorno dos resultados
aos próprios associados. O cooperado destaca que o recurso recebido da cooperativa representou uma
oportunidade de investir diretamente no futuro da família. "Foi o cooperativismo ajudando a realizar um
sonho. Sem essa sobra, teríamos de buscar outros caminhos para conseguir pagar a faculdade", ressalta.
Rubens conta que a formação da filha representa um resultado que vai além dos números. "É a
demonstração de como o cooperativismo pode contribuir para a realização de projetos familiares e para
a construção de oportunidades para as novas gerações. Meu pai confiou na Coamo, eu continuei esse
caminho e hoje vejo minha filha formada. É uma satisfação muito grande", afirma.
Formada no ano passado e já atuando na profissão, Eduarda reconhece a importância desse planejamento
familiar e do papel desempenhado pela cooperativa em sua trajetória acadêmica. Segundo ela, as sobras
garantiram a segurança financeira necessária para enfrentar os desafios do período universitário.
"Todo ano, quando chegava fevereiro, meu pai destinava aquele valor para os estudos. Com isso eu
conseguia pagar as mensalidades, comprar materiais e me manter em Campo Mourão durante a faculdade. Foi
uma ajuda muito importante para que eu pudesse concluir a graduação", conta.
Eduarda revela que cresceu acompanhando a rotina da propriedade e a relação da família com a
cooperativa. Desde a infância, participou de momentos ligados ao trabalho no campo e acompanhou de
perto a atuação do pai como cooperado. "Eu recordo de ir à Coamo com ele, acompanhar a entrega da
produção e participar dessa rotina. O cooperativismo sempre esteve presente na nossa vida", recorda.
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Cooperado
Rubens Elias Ferreira, com a filha Eduarda e a esposa Maria
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